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segunda-feira, 26 de abril de 2010

ATÉ QUANDO IRÁ A DESUNIÃO E IMATURIDADE DO ELEITOR BRASILEIRO, ATÉ A PRÓXIMA ELEIÇÃO?

Quando uma nação faz parte de jogadas políticas submissamente manipulada como é o caso da nação brasileira, onde não existe mais respeito de um cidadão para com o outro,  isto em várias vertentes, o povo corre perigo e a tendência dentro da falta de controle do Estado que aí está, levará a nação a um gravíssimo caos econômico e social muito em breve, porque a prática da corrupção e sonegação passa a ser algo normal e correto, e dentro deste contexto vem os oportunistas criminosos de todos os lados, uma vez que, não são combatidos por nossas acomodadas autoridades, passando o poder público a ser cúmplice interno espalhando a desordem e mortes sem controle dentro do nosso país.  

Os políticos brasileiros perderam o controle sobre tudo e passaram a iludir o povo com mentiras e promessas a cada eleição, que não chega a lugar nenhum a não ser outra eleição, isto em nome do capitalismo globalizado, sanguinário e selvagem, que lucra com a violência, a corrupção, o tráfico de drogas e armas e a desestabilização dos estilos de governos e sua submissão incondicional que ocorre a cada mandato.
É fundamentalíssimo que todos os brasileiros acordem para a realidade, a realidade de que ele pensa que está em primeiro lugar, quando realmente ele está em último lugar nos objetivos traçados a cada governo.

Alimentar uma nação com migalhas e falsas promessas a cada eleição ao invés de dar-lhes emprego, moradia, alimentação, vestimentas, educação, saúde, segurança e o direito a um divertimento saudável,  dignos e gratuitos, direitos negados ao povo trabalhador  brasileiro, é muito fácil quando é sabido da curta memória a da facilidade de manipulá-los a cada eleição, cometendo o povo, vítimas de agências de propagandas pagas com o dinheiro público, os mesmo erros que alimentam as mesmas reclamações aos novos escândalos políticos por virem. Assim é o Brasil um país que tem sua política destruída pela corrupção e sonegação, alimentada a cada eleição pelos displicentes e imaturos eleitores brasileiros.                                                                                          

Já está mais do que na hora de anular o voto, exercendo assim a verdadeira e patriótica cidadania, dizendo diretamente que não sou mais um tolo, bocó, otário ou capacho de políticos ordinários que com o apoio da podre imprensa e agências de propaganda, destroem o sentido de união e patriotismo no povo brasileiro.

sábado, 24 de abril de 2010

É MUITA CARA DE PAU!!!

Publicado no site da Rádio Gospel FM em 24/04/2010

Lula diz que reajuste dos aposentados tem que caber no orçamento da Previdência.

Lula que defendia em 1998 melhores salários para aposentados hoje tem outro discurso.

Em meio à controvérsia sobre o reajuste das pensões e aposentadorias, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (22) que vai decidir pelo índice que couber no orçamento da Previdência Social. O presidente evitou entrar na polêmica sobre os percentuais que variam de 6,14%, que foi a proposta inicial, 7% ou 7,7% defendidos por integrantes da base governista. Para ele, o valor deve considerar “o custo benefício”.

“No silêncio da minha mesa vou tomar a decisão que deve ser tomada. Até porque não acredito que dentro do Congresso Nacional tenha qualquer deputado ou senador que defenda mais aposentado do que eu”, disse o presidente durante o almoço oferecido ao presidente do Líbano, Michel Sleiman, no Itamaraty.

Lula convocou para hoje à noite uma reunião com os ministros da área econômica para discutir exclusivamente a questão do reajuste. Segundo ele, não há a intenção de “enquadrar” a equipe, mas debater alternativas. “Ao presidente da República não cabe ficar dando palpite e dizendo o que deve votar. A proposta do governo estava acordada com as centrais sindicais”, disse ele.

Na manhã de hoje, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, insistiu que o governo deverá conceder o reajuste de 6,14%. No entanto, Lula evitou confirmar o percentual. Mas desafiou os parlamentares sobre quem deseja conceder o melhor índice para os aposentados e pensionistas no país.

“O que eu quero é o bem do aposentado olhando o seguinte: eu, ao colocar comida no prato das pessoas, tenho de saber a quantidade de comida que tem na panela. É uma questão de custo e benefício. Eu tenho de saber se o que foi aprovado é possível a Previdência custear”, afirmou.

Paulo Bernardo se queixou de setores da base aliada do governo que propuseram aumentos que variam de 7% e 7,7%. Segundo ele, o impasse não contribui para a concessão do reajuste. “Fica parecendo um campeonato para ver quem dá mais e quem vai ser mais bonzinho com os aposentados”, reagiu o ministro. “Isso não leva a nada”, completou.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

CONDICIONAMENTO SOCIAL

O sistema financeiro brasileiro é impiedosamente implacável para com o cidadão trabalhador. Vejamos a questão da loteria que faz parte do sistema, é loteria de todas as modalidades e claro com a mínima chance do apostador ser contemplado e quando alguém é premiado, a sociedade não sabe quem é, e isto já configura uma probabilidade de existir fraudes nas loterias e tal atitude é amparada pela descarada desculpa de que é loucura o premiado ir receber o prêmio e sair em todos os canais de televisão, devido ao auto índice de violência no país. Quantos do mundo do crime sabem que Silvio Santos e Antônio Ermírio de Moraes são bilionários e quantos vão lá mexer com estas pessoas? Baseado nestes fatos reais, não se justifica manter o anonimato dos ganhadores das duvidosas loterias, onde o que é visado é a arrecadação do pouco que o massacrado trabalhador brasileiro ganha, alimentando o sonho de ser milionário de uma hora para outra, não percebendo o apostador, que só é visado por parte da equipe econômica do governo, os impostos cobrados sobre cada aposta e não quem ganha.  Esta é mais uma prova do subdesenvolvimento do Brasil, onde governos não investiram e não investem corretamente nos quesitos educação e cultura (conhecimento), condicionando o povo a não valorizar o estudo e o fundamental hábito de ler livros, e sim a alimentar o sonho de um dia ficar rico através das loterias.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

ENSAIO EXTRAÍDO DO SITE WWW.ESPACOACADEMICO.COM.BR - PSICANÁLISE E SOCIEDADE


Para ler e compreender...
Parece que as escolas públicas e particulares perderam o foco de ensinar ao aluno primeiro conhecer a língua materna e desenvolver o gosto pela leitura. Dados de uma pesquisa recente revelam: o aluno que não lê – ou que não compreende um texto – vai mal também nas outras matérias. Portanto, a leitura e a compreensão dos textos devem ser base da aprendizagem.
É chamado de “sintoma da circularidade”, ou seja, o desempenho da leitura interfere na aprendizagem de todas as matérias, além de promover a socialização e a cidadania do sujeito-leitor. Parece óbvio: o aluno não se sai bem nas matérias porque não compreende os textos recomendados pelo professor. Na prova, tende a se sair mal o aluno que não sabe ler os enunciados, que não compreende o que está sendo pedido que se faça.
O Sistema Nacional de Avaliação Básica (Saeb), em 2005, avaliou os estudantes brasileiros, em todas as séries, demonstrou que o desempenho hoje é pior do que há dez anos. Em Português, os alunos da 8ª. série alcançaram 232 pontos. O mínimo aceitável para essa etapa da vida escolar seriam 300 pontos. Uma simples medida poderia reverter esse escandaloso fracasso de nosso sistema de ensino: priorizar o ensino da nossa língua e incentivar a leitura de contos, romances, ficção, enfim, da literatura em geral.
Não se trata de ensinar o que é dígrafo – lembrando de uma crônica de Rubem Alves. Mas, de desenvolver principalmente no jovem o interesse de ler para pensar melhor. Os jovens de hoje pensam mal porque não sabem como organizar as idéias; usam meia dúzia de palavras querendo dizer tudo, mas fora do seu grupo não faz sentido. A nova geração parece gostar de ler textos descartáveis da Internet, sempre com pressa, sem saborear o sentido das palavras. E, ficam distantes dos jornais, revistas, e livros que demandam mais tempo e paciência para interpretação e compreensão.
Um número significativo dos jovens que chegam à universidade não consegue compreender um texto e nem saber fazer uma boa redação. Sabemos que o bom leitor deve estabelecer um encontro existencial e cultural com o autor. Não é preciso admirá-lo, mas respeitá-lo pelo seu trabalho de ter escrito uma boa obra. Uma boa leitura, ainda, implica em compreender a razão e a emoção do seu escrito.
Também, não basta insistirmos num ensino pretensamente crítico só porque leva o aluno a repetir as frases de efeito proferidas pelo professor contra o isto ou aquilo, no fundo, visando ser incluído num grupo social supostamente mais conscientizado. É preciso aprofundar o saber sobre o que é formar um cidadão crítico hoje, que difere sobre ser crítico na época da ditadura militar. Hoje, o propósito de construir um sujeito crítico deve vir junto com a construção de um “sujeito-leitor-critico”, com seu direito de se posicionar de modo independente e formular um pensamento consistente e estilizado sobre o que leu, tanto oral como escrito.
Falta diálogo entre ensino e biblioteca
Nossas escolas carecem de um projeto de formação do sujeito-leitor. Quando a escola possui sua própria biblioteca não existe um diálogo entre o que ela ensina e o acervo da biblioteca, observa o professor da Universidade Federal do Maranhão, César Augusto Castro. O ensino que deveria preparar para a vida visa apenas as provas da escola e o vestibular. Ainda, é preciso criticar os professores que encaminham os alunos para “fazer pesquisa” na Internet, passando-lhes dupla idéia falsa: que realmente se pode “fazer pesquisa” na Internet (ora, a “rede” serve apenas para “levantamento de dados”), e, que a biblioteca é apenas um museu de livros, já superado pela Internet. O resultado dessa pseudo-pesquisa da Internet é a colagem acrítica de textos, visando enganar o professor e ele mesmo, pensando ter realizado um bom trabalho.
Pouco se investe para desenvolver nos alunos a iniciativa de ir à biblioteca buscar informações nos jornais, revistas, periódicos científicos, teses, livros, etc. Nossas escolas não trabalham os alunos para serem verdadeiros “estudantes”, isto é, alguém que saiba processar as informações e dados, fazer conexões de idéias, contextualizar os autores e ousar reconstruir um conhecimento próprio, se possível num texto próprio.
Aluno e estudante
Nem todo aluno é estudante. O salto para ser estudante implica numa mudança de atitude de saber mais-e-mais, de questionar, problematizar as informações, esforçar-se para aprofundar os conhecimentos. O aluno-estudante aprender a selecionar o que deve ler, o que efetivamente pode contribuir para sua formação intelectual e melhorar sua compreensão sobre a complexidade do mundo atual. É preciso que o aluno supere a condição de passividade, de apenas ler os textos que o professor mandou.
Embora hoje seja um lugar comum criticar o ensino “bancário”, que apenas leva o aluno a memorizar, a repetir ou reproduzir o saber ideologizado, na prática da sala de aula muitos professores são conservadores. Há aqueles que não revelam seu receio de levar o aluno a problematizar demais, porque este poderia virar o foco da crítica para a relação de poder do professor sobre os alunos. Nesse sentido, Gusdorf observa que um professor assim jamais se prepara e prepara o discípulo para a ruptura futura, superando o mestre. Muitos professores doutrinam os alunos para criticar apenas a realidade de “fora” (o sistema político, a conjuntura mundial, etc), mas, jamais o autoriza sustentar uma atitude crítica para “dentro”, isto é, para o modo do seu professor ensinar, o confronto de suas idéias com os fatos da história, a certeza absoluta de uma teoria única  para resolver todos os problemas, etc. 
Para Maria Morais da Costa, da Universidade Federal do Paraná, “... a sala de aula tem sido apenas uma alfabetizadora, isto é, capaz de dar a conhecer às crianças a correspondência entre o som e a letra. As infinitas possibilidades semânticas das combinações entre o universo e a palavra ficam relegadas ao autodidatismo ou ao desconhecimento total”.
O cotidiano do ato de ensinar revela que a maior prova da competência teórica do professor está na sua vocação para “saber fazer” o aluno ler, escrever, inventar com seus próprios recursos cognitivos e levá-lo para além dos autores. Os verdadeiros estudantes e professores comprometidos com a atitude democrática-pluralista devem denunciar o dirigismo ideológico de só ler uma única linha de textos como se fosse panacéia. Um verdadeiro salto na qualidade do ensino e da aprendizagem é conseguir fazer com que os alunos desenvolvam uma atitude de “iniciativa” de leitura independente e de “problematizatização” diante dos textos. Isso seria uma “prática da liberdade”, como queria Paulo Freire (1976). O sujeito “libertado” – conscientizado – estaria preparado para ler os acontecimentos do mundo e desvelar as falácias divulgadas pela mídia, pelos governos e pelo saber canônico existente na escola e na universidade.
Um aluno que se faz sujeito-leitor tem fome de ler mais e está no caminho de vir a pensar melhor. Possivelmente, logo passará a se ver impulsionado para organizar o seu pensamento pela escrita. Escrever faz parte da humanização do sujeito-leitor que sonha melhorar o mundo em que vive.
Incômodo
Um sujeito-leitor é aquele que a cada ato de leitura aprende a superar a posição ingênua por outra mais crítica e autônoma no modo de pensar, agir e ser. Fico incomodado com o descaso e falta de interesse de meus ‘próximos’ para ler obras da literatura. Os docentes, especialistas nisso ou naquilo, salvo algumas exceções, não sustentam o hábito de pensar e gozar com a literatura. Um professor que conhece literatura faz diferença tanto na qualidade da aula como na produção de seus textos. Os grandes nomes da filosofia e da ciência estão sempre citando uma passagem de um livro de um Dostoievski, de um Balzac, de um poema de Pessoa. Nossos especialistas, coitados, só lêem textos que reforçam o que já sabem, dado por sua especialidade ou linha de pesquisa formal. Fico com pena dos alunos desses professores, que, se tivessem consciência do quanto eles estão perdendo neste tipo de ensino estreito e sem sabor certamente trocariam de professor ou de professora por outro(a) mais culto(a). Minimamente, seria uma compensação por vivermos numa era do vazio de cultura genuína.


Por Raimundo de Lima  


Formado em psicologia, mestre em Psicologia Escolar (UGF) e Doutor em Educação pela Universidade de São Paulo (USP). Atualmente é professor do Depto. Fundamentos da Educação, na área de Metodologia da Pesquisa, da Universidade Estadual de Maringá (UEM)

POLÍTICOS E PARTIDOS UNIDOS E O POVO DESUNIDO E SEM LEITURA

A diferença entre os partidos com seus pseudos políticos e o povo brasileiro é única e exclusivamente a UNIÃO, apesar das canalhices que acontecem por baixo do pano, na calada da noite e as que vem a público configurando um teatro oportunista, maquiavélico e frio, arrebentando com a sociedade brasileira, nos mostra o que acontece nos bastidores da politicalha envolvendo todos os partidos e políticos oportunistas, onde o que prevalece  é a UNIÃO principalmente quando o assunto são acordos. A UNIÃO é prioridade na política  principalmente entre os políticos que se perpetuam em seus cargos que além da patente de semideus ainda ganha imunidade parlamentar com direito a foro privilegiado, permanecendo em seus cargos geralmente até sua morte, praticando corrupção ou não. Ainda bem que existe a morte para frear definitivamente os canalhas e covardes que existiram e existem em nosso mundo e meio, a propósito, sempre tomo um gole de água que seja e a saboreio deliciosamente o fim de mais um traidor da nação brasileira, me refiro ao político corrupto, canalha e ladrão ou ao medíocre empresário sonegador e patrocinador da desgraça social brasileira ao longo de anos. Também vale salientar que os unidos partidos e políticos por outro lado patrocinam a mentira e embora critiquem veementemente, apóiam a decadente concessão a canais pobres e podres em conteúdo educativo e construtivo, além da manipulada liberdade de imprensa que condicionam o povo a mais completa mesmice formando uma nação de idiotas que lambem a babam a TV com seus jornalões shownarlísticos e revistinhas medíocres que não defendem o real direito do cidadão brasileiro, que espelhando-se nas fantasias e mentiras apresentadas e inseridas inconscientemente, passam a viver os seus rotineiros dia a dia sem perceberem que são direcionados através do subconsciente coletivo a rejeitar o mais importante e vital que é a leitura de bons livros e o debate diário e construtivo entre familiares e amigos sobre o que rege o mundo, a política. Esta desunião familiar e social acontece atualmente porque os cérebros já lesionados pela intensidade de horas à frente de uma televisão – provado cientificamente e através de vários estudos, não conseguem mais raciocinar logicamente, o que dificulta a leitura e sua interpretação, fazendo com que o cidadão vítima ache a leitura um lixo, algo descartável, algo sem futuro e ultrapassado, se criando e formando desta maneira o idiota perfeito. Onde na realidade o lixo, algo descartável, algo sem futuro e ultrapassado, são os cidadãos brasileiros que se encontram sob a  forçada e imposta ignorância literária que consequentemente desencadeia na ignorância política que assessorada pela falta de análise crítica deixa todos a mercê dos chacais e raposas da política brasileira. 

segunda-feira, 19 de abril de 2010

CIDADELAS E SEUS OBJETOS DE BARGANHA

A desgraça que são as grandes cidadelas do Brasil é criteriosamente uma vergonha perigosíssima em um país rico como o nosso, mais isto reflete a forma como o poder público ao longo dos anos tratam a sofrida e desorientada sociedade brasileira. São cidadelas horríveis sem nenhuma infra estrutura real em beleza, porque saindo dos centros decadentes que exalam podridão em vários aspectos e indo a qualquer direção, logo nos deparamos com todo os estilos de morros e favelas, e logo o aconchegante lugar de trabalho de milhões de brasileiros se torna uma situação sombria, deprimente e perigosa onde o risco de se perder a vida nas ruas das grandes e médias cidadelas do Brasil é eminente a qualquer pessoa quer esteja ela a pé, a bicicleta, a ônibus ou a carro mesmo que seja blindado, afinal já desenvolveram balas de kevlar que perfuram a blindagem, não existe segurança em nenhum local no Brasil, nem na própria residência existe segurança. Vive o brasileiro ou qualquer pessoa de qualquer nacionalidade que aqui venha passear, uma situação de alto risco, situação que se agrava a cada minuto, hora, dia, mês e ano, com políticas voltadas submissamente apenas aos critérios da estrategista globalização que só beneficia países ricos que subtraem e continuarão subtraindo mais ainda com esta atual estratégia, onde só quem sai ganhando são os países que investiram pesados e prioritariamente na educação do seu povo e estrutura social decente. Os países ricos não estão dando a mínima para os países do terceiro mundo ao qual o Brasil faz parte, estão visando apenas o conforto dos seus blocos econômicos a custa das riquezas dos países mal administrados por seus presidentes que se iludem fácil com elogios, abraços falsos e interesseiros, onde só é visada a dilapidação através do PIB a riqueza do país, isto através dos seus geniais phd's em fraudes a governos cavilosos, utópicos, coniventes e déspotas inconsequentes, como é o caso dos governos Brasileiro há várias décadas. Situação como esta que acontece aqui no Brasil, já sabida por todos os estudantes e trabalhadores hoje acomodados através da mídia televisiva e dos vícios latentes, baratos, perigosos e vegetativos no país, requer um Governo de peso para junto com a população determinada, organizar e mudar o Brasil urgentemente e definitivamente, limpando e livrando o solo brasileiro dos oportunistas corrompidos, doentes e canalhas irrecuperáveis até o núcleo de suas células, devolvendo a dignidade a quem realmente merece, ao trabalhador e honesto povo brasileiro que é jogado em seus currais eleitoreiros quer seja nas capitais ou nos interiores de qualquer cidadela ou região brasileira, sem exceção significamos apenas números para a próxima eleição, não votamos somos negociados porque somos tratados como objeto de barganha, não escolhemos somos escolhidos e não é necessário ser nenhum expert para entender a situação que todos nós vivenciamos atualmente.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

MAIS UMA AFRONTA A CARENTE SOCIEDADE BRASILEIRA

Matéria selecionada do Diário do Nordeste em 04/04/2010

"REABERTURA DO PALÁCIO"
Presidência gasta R$ 3 milhões com compra de móveis.
Brasília,
 A menos de um mês da reabertura do Palácio do Planalto, a Presidência da República reservou R$ 3 milhões para a compra de novo mobiliário. Entre os móveis estão 1.150 cadeiras, 102 poltronas, 16 sofás e 54 mesas que levam grifes como as do arquiteto Oscar Niemeyer e do designer Sergio Rodrigues.
A reinauguração está prevista para o dia 21 de abril, no aniversário de 50 anos de Brasília. A peça mais cara é uma mesa de reunião com a marca Niemeyer, no valor de R$ 26,5 mil.
Segundo levantamento da organização não-governamental Contas Abertas, também devem ser comprados nove sofás para salas de espera, por R$ 12,3 mil cada, que fazem parte das produções de Rodrigues.
Os móveis serão fornecidos "SEM LICITAÇÃO" por duas empresas: Lin Brasil Indústria e Comércio de Móveis LTDA, Teperman Design Comércio Móveis Representações LTDA. A Lin deve receber da Presidência R$ 2,6 milhões, enquanto a Teperman terá R$ 396,7 mil.
A dispensa de licitação foi adotada porque, segundo o governo, as empresas têm peças dos artistas que participaram da montagem original do Palácio do Planalto, na criação de Brasília, e distribuem móveis com exclusividade.
De acordo com o governo, os R$ 3 milhões serão aplicados na compra de móveis complementares. A Comissão de Curadoria do Palácio do Planalto não conseguiu resgatar todos os móveis originais.

Viagens

A oposição protocolou um ofício pedindo que a Câmara dos Deputados questione o governo sobre os gastos públicos de 26 viagens do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que contaram com a presença da então ministra Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à sucessão presidencial. O pedido pede esclarecimentos sobre viagens realizadas entre setembro de 2009 e fevereiro de 2010.
O ofício é assinado pelo deputado federal Raul Jungmann (PPS-PE) e pede que a Casa Civil repasse à Câmara o valor dos gastos com passagens e diárias de integrantes do Executivo, colaboradores e convidados, além de custos de locação de transporte aéreo e terrestre e combustível das aeronaves oficiais.
Para a oposição, chamou atenção a viagem de três dias da comitiva presidencial à região do rio São Francisco, que teria custado R$ 400 mil. Se a Câmara acolher o pedido da oposição, a Casa Civil terá prazo de 30 dias para responder ao ofício.

CASAS DE TAIPA

Matéria selecionada do Diário do Nordeste em 04/04/2010

A vida entre paredes de barro
A casa de taipa de Maria de Lourdes Ferreira, em Limoeiro do Norte, é uma das 70 mil instaladas na zona rural do Estado do Ceará. Habitação mostra a relação taipa-pobreza-doença e a fragilidade das construções coloca em risco a vida de adultos e crianças com a contaminação da Doença de Chagas.
Estima-se que existem pelo menos 70 mil casas de taipa no Ceará, instaladas na zona rural dos municípios.
Limoeiro do Norte,  o sertão, que alguns dizem ser castigado pela natureza, é tão dadivoso, que seu solo rico em argila emerge do chão, modela-se, faz que é ser vivo erguido e sustentado por "costelas" de talos de carnaúba. O emoldurado é um casulo de barro, uma casa, a moradia possível, que gente como Maria de Lourdes Ferreira ergueu em Limoeiro do Norte com as próprias mãos. Herança cultural desde o período colonial, as casas de taipa, ou de "pau-a-pique", são cobertor para milhares de cearenses. Mas a rusticidade, às vezes bela, foge de qualquer romantismo e reflete um sério problema social e de saúde pública, que segmenta o conceito de moradia.
 O dia mal amanhece, Maria de Lourdes levanta da rede, acorda o resto da família, que o "vão" é pequeno, e para não "empatar" o trânsito dentro de casa é bom acordar cedo mesmo, que a criança tem colégio e os homens de casa têm que trabalhar, ou pelo menos tentar, já que todos estão desempregados à procura de "bicos".
 As redes são recolhidas para cima da parede, que não têm mais de dois metros de altura. Não precisam de cabide armador de ferro, se a própria armação de carnaúba que emerge da parede dá sustento à ponta dessas redes, ainda que entre um balanço e outro lá de longe se ouça um rangido na parede, que até agora não caiu e "se Deus quiser nunca vai cair", diz a mulher, principalmente agora que "está pra receber" uma casa de tijolo. Pelo menos é a conversa de há oito anos, a esperança instalada em quem tem 46 anos de idade e nunca morou em casa de tijolo.
                   Tirando o neto Daniel Lima, que só tem 5 anos e corre descalço e pelado pelo meio da casa, os outros seis moradores tiram os pés da rede direto para as chinelas. Não só a parede, mas o chão é de barro, "e se não cuidar os pés estão pretos de sujo". Se sujar, não pode limpar logo, que a água potável é pouca na Chapada do Apodi.
                 O que se preserva é para beber, ainda que a água para consumo doméstico tenha sido, por diversas vezes, condenada por médicos, pesquisadores e militantes sociais que acompanham os problemas envolvendo contaminação por agrotóxicos na região. No Ceará, estima-se em pelo menos 70 mil casas de taipa instaladas na zona rural dos municípios. Esse tipo de arquitetura não seria tão problemático não fosse a fragilidade das construções de barro.
                  Com paredes esburacadas e sem revestimento, as armações de madeira expostas à umidade são favoráveis à instalação de mosquitos, como o transmissor da Doença de Chagas, que no ano passado acometeu 3,5 milhões de brasileiros, segundo os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).
                   A doença é silenciosa e alguns casos só foram diagnosticados em Limoeiro porque o infectado pretendia fazer doação de sangue. É a precariedade dessa moradia nas regiões que causa a relação taipa-pobreza-doença.

Cultura

                    Além de ser um problema social, a construção de casas de taipa tem raiz cultural: até o portugueses, quando vieram para cá, levantaram casas e fortes militares de barro. Séculos depois, milhares de famílias pobres continuam na moradia alcançável, embora sonham morar numa casa de tijolo.
                   Mas antes disso, adquirem televisores, aparelhos de som, de DVD e antena parabólica. É o dilema do sonho possível, mas pouco provável, embora recentes projetos habitacionais, estimulados pelo Governo Federal e pela Caixa Econômica Federal, tenham reforçado a esperança de milhares de pessoas que esperam por uma nova morada.
                   Terra no chão, na sola do pé, no cabelo impregnado do barro que teima em se desprender da parede toda vez que dá um vento e a porta "bate com tudo", a moradia possível ainda é preferência (ou consolo) para gente como dona Eunice dos Santos, de Russas, que defende as paredes de sua casa de taipa: "é melhor que de tijolo, porque o barro quando cai é de pouquinho, dá tempo de remendar, e o tijolo quando cai é a parede inteira", compara.

Melquíades Júnior

quinta-feira, 15 de abril de 2010

UM PAÍS SEM GOVERNOS

O descaso de todos os governos civis, pseudo democráticos, isto devido a democracia protecionista só servir aos de grande poder aquisitivo aqui no Brasil,apoiados pelo falido Código Penal da justiça brasileira, justiça que fique bem claro, só é aplicada contra os pobres na maioria das vezes, levou o Estado brasileiro a falência quando o assunto é segurança pública que por sinal também está privatizada, além da educação e saúde, ou seja, quem tem dinheiro para bancar,  manda os filhos para as melhores escolas no exterior (se doutoram lá fora e voltam para o Brasil geralmente com seu alto nível de conhecimento e botam para arrebentar em vários segmentos ligados a economia e política, mais nada que beneficie o cidadão brasileiro,  geralmente) ou então coloca nas melhores escolas do Brasil, tem os melhores e caros planos de saúde para sua família e blindam seus carros e casas, além da segurança particular.
A falta de educação política ao cidadão dá lucro aos malandros políticos que pintam e bordam amparados na ignorância política da sociedade brasileira que não tem nenhuma matéria no calendário escolar que explique a fundo e verdadeiramente os reais direitos do cidadão e as obrigações dos seus representantes, os políticos. Já a saúde privatizada no Brasil se tornou um cartel que dá lucro, onde o alvo é o cidadão, porque o que tem de médicos se beneficiando pela indicação de remédios de tal laboratório através das visitas de seus representantes que geralmente atrapalham as consultas dos pacientes, não é brincadeira, geralmente são remédios caros e os da rede pública, dizem os médicos que não servem porque não tem qualidade. Quanto à segurança pública, este segmento é que está ganhando dinheiro às custas da desgraça pública no Brasil, geralmente equipamentos de segurança e remédios de última geração vem de empresas e laboratórios  multinacionais.
Enquanto isto continua através do baixo nível de ensino, fruto da sonegação e corrupção que geram miseráveis e favelados, que sem ter apoio do Estado migram para o crime organizado que é mais organizado do que o próprio Estado. Além da desgraça que é a saúde pública através dos matadouros chamados de hospitais onde morrem milhares de brasileiros por falta de médicos competentes, medicamentos necessários a urgência ou emergência e equipamentos adequados e fundamentais. Já quanto à tragédia que está a segurança pública representada pela única polícia no mundo que tem autorização de atirar pelas costas e onde ninguém da sociedade brasileira confia, isto porque os aprovados de qualquer jeito em concursos para esta área, são utilizados pelo Estado que lhe concede poder e depois usa-os violentamente contra o cidadão, ditatorialmente e em nome da ordem social.  A sociedade brasileira está realmente perdida há muitos anos e a tendência é ficar cada vez pior. O Brasil que já perdeu e não recupera mais os 40% de seus recursos que foi roubado do solo brasileiro em anos de trapaça contra o povo e agora com esta conversa de globalização que só beneficiará os 300 homens mais ricos do planeta que detém em capital o equivalente ao PIB de 46 países pobres, criou um comércio de apostas que acabará com as sociedades do terceiro mundo como o Brasil, que não terá nenhum benefício concreto e real a não ser ceder mais e mais às multinacionais e especuladores internacionais alimentados pelos autos juros pagos pelo governo brasileiro, os tornando verdadeiros donos da economia e política brasileira vergonhosamente e humilhando a nação mais rica do planeta a viver como uma nação de miseráveis onde não a concessão em melhoria para o cidadão viver com respeito e dignidade, isto porque enquanto não for praticado a defesa da nossa Pátria por pessoas competentes, isto em caráter de urgência, porque existe uma corrida contra o tempo para por ordem no Brasil, agonizaremos em breve um país destruído caminhando rumo a desaparecer do mapa como já aconteceu a milhares de civilizações e que hoje só existe nos livros de história. O Brasil precisa de governo e lamentavelmente e tristemente não iremos ter um Gandhi para nos guiar rumo a verdadeira independência da explorada, humilhada e rebaixada Nação Brasileira.
Não existe respeito atualmente a nenhum país que não detenha a bomba atômica e todas as convenções que existem atualmente para redução das armas nucleares, não reduzirá o risco de uma catástrofe nuclear, isto porque o arsenal existente no mundo da para destruir três planetas terra e um percentual de x% (xis por cento) não adiantará em nada a não ser da uma satisfação medíocre a população mundial que os carniceiros capitalistas, canalhas e ladrões de plantão estão preocupados com o bem estar mundial.
O Brasil precisa de um Governo Sério que respeite em primeiro lugar o Cidadão Brasileiro, em segundo lugar defenda o nosso Território, em terceiro defenda nossas Riquezas e em quarto lugar defenda nossa Economia, devolvendo a Dignidade Moral a cada Brasileiro. Fora a prática destes princípios nunca seremos um país sério e respeitado mundialmente, nunca.